Mês de setembro começando e aquela famosa data reabre uma série de pensamentos, menos intensos claro, pois com o tempo as coisas vão perdendo aquele imenso valor, e passam a ser esquecidas pela maioria. Mas nunca esquecidas por quem viu aquela cena. Para nós que vimos de longe foi chocante. Até que ponto o homem chega não é mesmo? Matar a si próprio e a quem não tem absolutamente nada a ver com seus problemas e os problemas do seu país. Porque matar hoje em dia, já é 'normal' (o Brasil então, que o diga; não há um dia que nao morra pelo menos uns 10 no Rio de Janeiro, só em confronto de traficantes com a polícia, e na maioria, pessoas inoscentes, crianças que 'teoricamente' são o futuro desse nosso mundo de terrorismo) . Mas sem fugir do foco, voltemos ao World Trade Center. Na época do ocorrido, eu tinha 6 ou 7 anos. Pra mim aquilo não passava de um aviao batendo bruscamente em dois prédios enormes no centro de Nova York. Hoje, percebo a barbaridade que foi aquilo. Os anos se passaram e parece que nada mudou. Os EUA continuam à frente de tudo, no meio de tudo sempre com tudo. Será que um dia ainda vamos ver o gigante da America trazendo alguma notícia boa para nós? Afinal, é crise econômica, tragédias e mais tragédias, sem falar que eles sempre estão envolvidos em guerras, conflitos de religioes e territórios. Oh necessidade de ter Ibope. De estar sempre no topo. Ser o melhor. E como dizia Marcelo D2 (eu quero mais é que se . . . eu não me importo com Ibope). Mas nós, brasileiros, continuamos por aqui, com a nossa vidinha normal. Nossa guerra não é entre religiões nem territórios. A nossa 'parada' é o tráfico, o roubo. Porque hoje em dia a violência não tem fim. Para nós jovens, não resta nenhum estpimulo para prosseguir. De onde vamos tirar forças para lutar por um mundo melhor? Do governo? nem precisa responder né ! liga a TV e vai ver a briga no senado. Você aprende muito lá com o Sarney.Da nossa segurança? se é que existe segurança em algum lugar do Braisl. Nas escolas? ah sim, nas ecolas PARTICULARES, porque as publicas estão cada vez mais precárias. Me digam, de onde? A cada dia que passa, milhares de brasileiros morrem no meio das drogas, mortes essas que nunca se sabe ao certo quem matou, porque matou. É, esse é o nosso Brasil. Por aqui não tem avião atingindo prédios não. Por aqui a morte é degavar, é sofrida, aos poucos. Primeiro a pessoa vive numa situação miserável, depois escolhe o pior caminho para viver, (já que não existe outro para ela) drogas, violência. Depois vai presa e pior, às vezes morre antes de todo esse processo. Morre até na barriga da mãe no meio de um confronto policia e traficante. Por aqui em Salvador, a moda agora é queimar ônibus. Agora o que eu, o que nós, meros coitados que saimos para trabalhar e estudar, temos a ver com a mudança de estado de um traficante?
Sim. Esse é o meu, o seu, o nosso Brasil. País esse que amo, sim eu amo, que me orgulho, mas que tem como tendência, piorar cada vez mais. Sou apenas uma estudante que queria viver em um mundo feliz, honesto e em paz.
Noossa! Seu post me fez pensar em muitas coisas e me fez pensar que eu penso como você!
ResponderExcluirAdorei seu blog, virei aqui mais vezes, e assim que acabar a novela farei um post falando do meu ponto de vista sobre o 11 de setembro também, depois passa lá ;D
beeeijos
adorei o texto! realmente fez refletir!!!
ResponderExcluirobrigada por seguir o universo mulher fashion
to seguindo aqui tb! beiiijos, maLu.